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Quais os tipos de energia alternativa existentes?

Posted by on May 26, 2016 in Energia | 0 comments

Hoje, com o avanço tecnológico, é possível produzir energia por várias formas. Separamos as principais fontes de energia alternativa usadas atualmente:

– Energia Solar: Existem duas formas de exploração da energia solar: a térmica e a fotovoltaica. A energia solar térmica é usada através de placas que permitem aquecer as águas de casas e edifícios.

Já a tecnologia fotovoltaica é utilizada para a geração de energia eléctrica, através da captação dos fotões presentes na luz solar. Por meio de painéis solares específicos, esses fotões são captados e transformados em energia eléctrica que poderá ser usada tanto para abastecer energeticamente uma residência ou empresa, como para ser revendida à rede pública de abastecimento energético.

Portugal possui um dos maiores índices de exposição solar de toda a União Europeia, o que favorece o uso dessa fonte de energia alternativa. São mais de 2300 horas/ ano de insolação solar na Região Norte e 3000 horas/ ano no Algarve. Porém, apesar disso, Portugal ainda se utiliza de pouca energia solar quando comparado a países com menor exposição, como a Alemanha, por exemplo.

Com o aumento de leis e incentivos governamentais, e também a diminuição dos valores dos painéis solares e kits fotovoltaicos, espera-se que haja um aumento no uso dessa tecnologia principalmente em residências e empresas. Hoje, já é comum encontrarmos a energia solar em telefones SOS das autoestradas e parquímetros.

– Energia eólica: esse é um dos tipos de energia alternativa que mais tem crescido nos últimos anos, graças as melhoras tecnológicas do setor. O aumento tem ocorrido, sobretudo, na Europa onde estão localizados 74% dos parques eólicos de todo o mundo.

Um dos principais fatores na hora de se considerar o uso dessa tecnologia é a velocidade do vento. É ela quem define a quantidade de energia possível de ser produzida com o aerogerador. Porém, com a expansão tecnológica, tem se criado aerogeradores capazes de aproveitar velocidades baixas de vento para produzir eletricidade, aumentando a capacidade de produção da energia eólica.

Em Portugal, o primeiro parque eólico foi criado em 1988 nos Açores. Hoje, a distribuição dessas centrais abrange praticamente todo o território nacional com cerca de 3,53GW de potência. Como meta, até 2020, o governo português pretende atingir a produção de eletricidade eólica de 8,5 GW de potência.

As desvantagens do uso dessa tecnologia estão relacionados, principalmente, ao impacto paisagístico gerado pela instalação dos parques eólicos, como abertura de caminhos e perturbação de zonas sensíveis, devido ao ruído do aerogerador e pela possibilidade de acidente envolvendo aves e a hélice do equipamento. Por isso, necessita-se de estudo prévio para a instalação desses parques e evitar-se a instalação dos mesmos em zonas ecologicamente protegidas – ou próximas delas.

– Energia da biomassa: essa é uma das fontes de energia mais antiga usadas pelos seres humanos e ainda muito comum em países em desenvolvimento.

Esta energia deriva do aproveitamento da biomassa através da queima de lenha, dos resíduos vegetais dos fogões tradicionais, das lareiras, das fogueiras, entre outras.

Porém, o uso da energia da biomassa tradicional pode ocasionar alguns problemas como a poluição do ar interior e a inalação de gases tóxicos, que podem resultar em doenças respiratórias e até mortes.

Com a evolução tecnológica, entretanto, é possível obter um aproveitamento da biomassa de forma mais limpa, segura e eficiente. Em geral, isso ocorre através da transformação dos resíduos e matérias orgânicas em eletricidade. As tecnologias de conversão atuais permitem a obtenção de biocombustíveis líquidos, sólidos ou gasosos que podem gerar energia mecânica, térmica ou eléctrica.

Em Portugal, hoje, existem uma centena de sistemas de produção de biogás, em geral provenientes do tratamento de afluentes agropecuários e agroalimentares. Esse tipo de energia corresponde a 0,2% do consumo energético nacional.

– Energia hídrica: gerada através das instalações hidroeléctricas (as barragens), a energia hídrica é responsável por 20% da electricidade de todo o mundo. Em anos com muita chuva, esse também é um modelo de energia alternativa que pode ser muito bem aproveitada em Portugal.

As instalações podem ser: mini-hídrica – com potências inferiores a 10MW, utilizando-se o desnível natural do curso de água- e grande aproveitamento –capacidade superior a 10 MW-.

Porém, a energia hídrica pode acarretar outros impactos ambientais que não a emissão de poluentes, como: alterações nos leitos dos rios, obstáculo físico a passagem dos peixes, desaparecimento de propriedades agrícolas, entre outros.

ECOEMPRESAS

Posted by on Nov 18, 2015 in Geral | 0 comments

A estratégia da EDV ENERGIA para o eixo das empresas concentra todos os seus esforços no programa ECOEMPRESAS. Em curso desde 2005, este programa tem promovido projectos de consultadoria/formação nas empresas da região do EDV, com o objectivo único de integrar práticas de eco-eficiência e sustentabilidade no território. As cerca de 6.000 horas de apoio já dedicadas às PMEs do EDV permitiram fazer um levantamento das suas necessidades e definir planos de acção em termos de melhoria da eficiência energética, gestão de resíduos, processos e organização.

Em 2008 pretende-se dar seguimento ao trabalho já efectuado, nomeadamente disponibilizando às empresas soluções para a implementação das medidas de melhoria propostas. Neste sentido, a parceria com empresas prestadoras de serviços de energia (ESCO) surge naturalmente, como uma estratégia de mais valia, oferecendo alternativas atractivas de investimento para as empresas. A EDP e a GoSolar são exemplos paradigmáticos destas parecerias.

A produção de guias de eficiência energética para as empresas está igualmente prevista, trabalhando os dados obtidos através dos relatórios de diagnóstico resultantes das intervenções já realizadas em 75 PMEs do EDV, aproveitando para, desta forma, comunicar e divulgar os resultados do projecto.

Paralelamente, e sempre que houver solicitações nesse sentido, a Agência procurará continuar a prestar consultadoria pontualmente as empresas na área da eco-eficiência, desempenhando o seu papel como centro de competências por excelência nesta área. A finalizar, de referir que se pretende criar as condições para a criação de uma rede de inovação e excelência na área da eco-eficiência.

Eficiência energética em edifícios de serviços

O Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) entrou em vigor no dia 1 de Julho de 2007. Nesta primeira fase, só estão abrangidos os novos edifícios de habitação ou serviços, com mais de mil metros quadrados, cujos pedidos de licenciamento ou de autorização de construção sejam apresentados a partir daquela data. A segunda fase contempla todos os pedidos de licenciamento de edifícios, independentemente da área, e entra em vigor a 1 de Julho de 2008. A calendarização da aplicação do SCE aos vários tipos de edifícios ocorrerá assim em três fases, até à sua aplicação plena em Janeiro de 2009, data a partir da qual vão estar abrangidos os edifícios existentes, e em particular todos os edifícios transaccionados.

A EDV ENERGIA procurará assim em 2008 promover acções de informação e sensibilização dos diversos operadores para aspectos práticos decorrentes da entrada em funcionamento do SCE. Complementarmente estará disponível para, caso seja para tal requisitada, colaborar na análise e adequação de edifícios de serviços ou de habitação com mais de mil metros quadrados. Contudo, a prioridade de intervenção a este nível passará pela colaboração com os municípios tendo em vista assegurar a adequação face ao previsto nas normas do SCE para os edifícios existentes a partir de 2009. Serão assim seleccionados diversos edifícios municipais para serem alvo de uma análise detalhada. Pretende-se assim que os municípios assumam um papel relevante e exemplar no aumento da eficiência energética e da penetração de energias renováveis de edifícios.

Valorização de Resíduos

O peso crescente da gestão de resíduos na factura suportada pelas empresas e municípios, a par da legislação nacional e europeia neste domínio, torna premente a necessidade de concertação de esforços tendo em vista promover soluções integradas de valorização de resíduos, com particular relevo para a fracção dos resíduos orgânicos e para a biomassa.

A EDV ENERGIA irá promover as acções necessárias tendo em vista viabilizar a instalação de uma unidade de co-digestão anaeróbia na região, utilizando as melhores tecnologias disponíveis, que permita encontrar uma solução para os resíduos orgânicos de várias proveniências: industrial, urbano ou agrícola. Neste âmbito, será realizado um estudo de georeferenciação dos grandes produtores de resíduos orgânicos na região para posterior análise de possibilidade de tratamento.

Noutro domínio, a biomassa constitui igualmente um potencial energético da região do EDV que urge valorizar. Neste sentido, a EDV ENERGIA continuará o desenvolvimento da plataforma regional para aproveitamento deste recurso, criando e estimulando o mercado de forma a assegurar a sua oferta e procura sustentáveis.

Dia da Energia e da EDV ENERGIA!

Posted by on Nov 17, 2015 in Geral, Institucional | 0 comments

A 29 de Maio de 2009, a EDV ENERGIA completa seis anos de existência, ao longo dos quais, realizou inúmeras actividades, direccionadas numa primeira fase (2003-2005) exclusivamente aos municípios do Entre o Douro e Vouga, destacando-se a criação e desenvolvimento do «Sistema de Gestão de Energia Municipal» e a optimização/regulamentação da «Iluminação Pública».
Numa 2ª fase, a EDV ENERGIA entra no mundo das empresas com o Programa ECOEMPRESAS, envolvendo a indústria da região no projecto «EDV Eco-eficiente» e «inovJOVEM Energia».
A partir de 2006, o cidadão da região começou a ser visto como um eixo estratégico ao cumprimento da missão da agência. Foi então em prol do cidadão comum interessado nas questões ligadas à eficiência energética, criada a primeira «Loja da Ecoeficiência» do país (localizada em Oliveira de Azeméis e inaugurada a 07 de Junho de 2006). Do conjunto de iniciativas orientadas ao cidadão do Entre o Douro e Vouga destacam-se o «Centro de Aconselhamento ao Cidadão» e o projecto «Escolas Ecoeficientes» (com especial relevo à criação do concurso Olimpíadas da Energia a nível regional).

lema

Ao longo destes seis anos, a EDV ENERGIA afirmou-se como uma entidade séria e relevante aos municípios, empresas e cidadãos da região, os quais puderam sempre contar com a dedicação e conhecimento dos técnicos.

Foram seis anos cheios de trabalho e dedicação que indelevelmente marcaram a região do Entre o Douro e Vouga, e por isso, a EDV ENERGIA está de Parabéns, bem como todos os que passaram pela agência e que agiram para tornar a região do EDV num modelo de eco-eficiência energética e sustentabilidade.

Meninos, hoje vai tudo a pé para a escola

Posted by on Nov 17, 2015 in Geral | 0 comments

pedibusEm nome do combate aos gases dos escapes dos carros, o Pedibus é um autocarro que leva os miúdos às aulas a pé.

Na cidade de Lecco, na margem sul do lago de Como, não há autocarros escolares. Todas as manhãs, 450 estudantes fazem a pé os 17 percursos que o autocarro atravessava. Em 2003, para combater a obesidade infantil, os engarrafamentos e os gases dos escapes dos carros, um grupo ambientalista local propôs que as crianças fossem a pé para a escola.

Em Portugal, esta ideia foi implementada em Lisboa em 2007, e enquanto durou, levava e trazia diariamente crianças de boné e colete reflector acompanhadas por um adulto, tendo sido também colocadas placas azuis com o desenho de um autocarro com pés informando as paragens onde os miúdos esperavam pelos colegas para irem para a escola.

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